Gênesis 1

 A criação dos céus e da terra

1 No princípio criou Deus os céus e a terra.

Este versículo estabelece o fundamento para o relato da criação do mundo no livro de Gênesis. A referência a Deus como criador do universo é uma das principais crenças do cristianismo e é reafirmada em diversas passagens bíblicas.

Por exemplo, o livro de João no Novo Testamento afirma que "todas as coisas foram feitas por intermédio dele [Jesus], e sem ele nada do que foi feito se fez" (João 1:3). Isso mostra que Jesus, como o Filho de Deus, também teve um papel ativo na criação do universo.

Outras passagens bíblicas reforçam a ideia de que Deus é o criador do universo, como em Isaías 44:24 que diz "Assim diz o Senhor, teu Redentor, e teu Criador desde o ventre: Eu sou o Senhor que faço todas as coisas, que sozinho estendi os céus, e sozinho espraiei a terra".

Essas referências bíblicas confirmam a importância de Gênesis 1:1 como o ponto de partida da história da criação do universo, reforçando a crença fundamental do cristianismo de que Deus é o criador de todas as coisas.

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2 E a terra estava desordenada e vazia, e as trevas estavam sobre a face do abismo, e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas.

Este versículo descreve o estado inicial da terra antes da criação da luz e da separação entre a água e o céu. A ideia de que o Espírito de Deus pairava sobre as águas é uma imagem poderosa da presença divina na criação.

A referência ao Espírito de Deus é comum em toda a Bíblia, mostrando sua importância como a terceira pessoa da Trindade divina. Em João 14:26, Jesus fala sobre o Espírito Santo como o Consolador que o Pai enviaria aos seus seguidores. Em Atos 1:8, o Espírito Santo é descrito como o poder que os discípulos receberiam para serem testemunhas de Jesus.

Além disso, a imagem de trevas sobre o abismo pode ser vista como uma metáfora para a escuridão e o caos que existiam antes da criação. Em outros lugares da Bíblia, a escuridão é usada como um símbolo de desespero ou falta de orientação, enquanto a luz é vista como um símbolo de esperança e clareza.

Assim, Gênesis 1:2 estabelece o cenário para o restante do relato da criação, enfatizando a importância da presença divina e do papel do Espírito Santo na obra da criação.

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O primeiro dia

3 E disse Deus: Haja luz; e houve luz.

Este versículo marca o começo da criação propriamente dita, quando Deus ordena que a luz seja criada e a luz aparece. A importância da luz como uma criação divina é enfatizada em diversas passagens bíblicas, incluindo o Novo Testamento.

Por exemplo, em João 8:12, Jesus diz: "Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida." Essa passagem mostra que Jesus é a fonte de luz espiritual para aqueles que o seguem.

Além disso, em 1 João 1:5, é dito que "Deus é luz, e não há nele trevas nenhumas". Isso significa que a luz é vista como um símbolo da pureza e da perfeição divina.

O uso da palavra "disse" em Gênesis 1:3 também é significativo, já que é uma indicação da palavra criativa de Deus. Em outras passagens bíblicas, a palavra de Deus é vista como uma força poderosa, como em Hebreus 11:3 que diz: "Pela fé, entendemos que os mundos foram criados pela palavra de Deus."

Assim, Gênesis 1:3 é um momento crucial na história da criação, quando Deus traz à existência a luz e estabelece sua presença como o criador do universo. A importância da luz como um símbolo da presença divina e da pureza é reforçada em diversas passagens bíblicas.

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4 E viu Deus que a luz era boa: e separou Deus a luz das trevas.

Este versículo marca um momento importante na criação, quando Deus reconhece a bondade da luz e faz a separação entre a luz e as trevas. Isso é significativo, porque mostra que Deus está satisfeito com sua criação e está estabelecendo a ordem no universo.

A ideia de separação também é importante em outras passagens bíblicas, como em 2 Coríntios 6:17 que diz: "Por isso, saí do meio deles e separai-vos, diz o Senhor". Isso significa que Deus deseja que seus seguidores se separem do mal e da impureza.

Além disso, a ideia de que Deus vê que a luz é boa é uma indicação de que a criação é boa em sua totalidade. Em outras passagens bíblicas, a bondade da criação é enfatizada, como em Salmos 104:24 que diz: "Quantas são as tuas obras, Senhor! Fizeste todas elas com sabedoria; a terra está cheia das tuas criaturas."

Assim, Gênesis 1:4 mostra que Deus está satisfeito com sua criação e está estabelecendo a ordem no universo. A ideia de separação também é significativa, mostrando que Deus deseja que seus seguidores se separem do mal e da impureza. A bondade da criação é enfatizada em diversos pontos da Bíblia, mostrando que a criação é um reflexo do caráter divino.

5 E chamou Deus à luz Dia, e às trevas chamou Noite: e foi a tarde e a manhã o primeiro dia.

Este versículo mostra que Deus estabeleceu o primeiro ciclo de dia e noite. Ele dá nomes à luz e às trevas, chamando a luz de "Dia" e as trevas de "Noite". Isso é significativo porque mostra que Deus está trazendo ordem e estrutura ao universo que ele criou.

A ideia de que Deus chamou as coisas por nome também é significativa em outras passagens bíblicas. Por exemplo, em Isaías 43:1, Deus diz: "Não temas, pois eu te remi; chamei-te pelo teu nome; tu és meu." Isso mostra que Deus conhece seus seguidores pelo nome e os chama individualmente para um relacionamento com Ele.

Além disso, a frase "E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro" indica que Deus estabeleceu um ciclo de tempo, com dias e noites distintos. Esse ciclo de tempo é significativo em outras passagens bíblicas, como em Salmos 90:12 que diz: "Ensina-nos a contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos coração sábio."

Assim, Gênesis 1:5 é um momento importante na criação, quando Deus estabelece a ordem e a estrutura no universo. A ideia de que Deus chama as coisas pelo nome é significativa em outras passagens bíblicas, mostrando que Deus conhece seus seguidores individualmente. O ciclo de tempo estabelecido por Deus também é significativo em outras passagens bíblicas, mostrando que o tempo é uma parte importante da vida humana.

O segundo dia

6 E disse Deus: Haja expansão em meio das águas, e separe as águas das águas.

Este versículo marca o momento em que Deus criou o firmamento, que é uma barreira entre as águas abaixo e as águas acima. O firmamento é frequentemente entendido como a atmosfera da Terra, que separa a água da superfície terrestre da água presente na atmosfera.

A ideia de separação é novamente enfatizada neste versículo, como em Gênesis 1:4, onde Deus fez separação entre a luz e as trevas. A separação aqui é entre águas abaixo e águas acima, e é importante porque traz ordem à criação de Deus.

Além disso, o ato de Deus falando e criando o firmamento é significativo em outras passagens bíblicas. Por exemplo, em Salmos 33:6 diz: "Pela palavra do Senhor foram feitos os céus, e todo o exército deles pelo sopro da sua boca". Isso mostra que a palavra de Deus é poderosa e tem o poder de criar.

Outra passagem relevante é em 2 Pedro 3:5, onde é mencionado que Deus criou o mundo antigo, no qual "a terra estava debaixo de água e era sustentada pela água". Isso sugere que o ato de Deus criando o firmamento e separando as águas abaixo das águas acima pode ter sido um meio pelo qual Deus moldou a Terra em sua forma atual.

Assim, Gênesis 1:6 é um momento importante na criação, quando Deus criou o firmamento e estabeleceu a separação entre águas abaixo e águas acima. A ideia de separação é enfatizada novamente e a palavra de Deus é vista como poderosa o suficiente para criar o mundo.

7 E fez Deus a expansão, e separou as águas que estavam debaixo da expansão, das águas que estavam sobre a expansão: e foi assim.

Este versículo continua a descrição da criação do firmamento e destaca que Deus separou as águas que estavam debaixo do firmamento das águas que estavam acima dele. Isso é significativo porque mostra que Deus está trazendo ordem e estrutura ao universo que Ele criou.

A ideia de separação também é enfatizada neste versículo, assim como em Gênesis 1:4 e 1:6, onde Deus separou a luz das trevas e criou o firmamento para separar as águas abaixo das águas acima. Essa separação é importante porque traz ordem à criação de Deus.

Além disso, o fato de que Deus criou o firmamento é significativo em outras passagens bíblicas. Por exemplo, em Salmos 19:1 diz: "Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra das suas mãos". Isso mostra que o firmamento é uma prova visível do poder criativo de Deus e de Sua glória.

Outra passagem relevante é em Provérbios 8:27-28, onde a sabedoria personificada fala: "Quando ele estabeleceu os céus, ali estava eu, quando traçou o horizonte sobre a face do abismo, quando firmou as nuvens acima, quando fortificou as fontes do abismo". Isso sugere que a criação do firmamento foi uma obra de sabedoria divina.

Assim, Gênesis 1:7 é um momento importante na criação, quando Deus criou o firmamento e separou as águas abaixo das águas acima. A ideia de separação é enfatizada novamente e a criação do firmamento é vista como uma prova visível do poder criativo de Deus e de Sua sabedoria.

8 E chamou Deus à expansão Céus: e foi a tarde e a manhã, o dia segundo.

Este versículo marca o final do segundo dia da criação e enfatiza que Deus chamou o firmamento de "Céus". Isso sugere que o firmamento é entendido como o espaço que contém o universo, que é o lugar onde Deus coloca as estrelas, planetas e outras formas de vida celestial.

A palavra "Céus" é usada em toda a Bíblia para se referir ao espaço celeste. Por exemplo, em Salmos 19:1-2 diz: "Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos. Um dia discursa a outro dia, e uma noite revela conhecimento a outra noite." Isso mostra que o universo e tudo o que ele contém é uma prova da glória e poder de Deus.

Além disso, o versículo destaca que o segundo dia da criação é concluído, enfatizando o padrão de "tarde e manhã", que é repetido em cada dia da criação. Isso sugere que a criação de Deus é um processo ordenado e deliberado, e que cada dia é planejado e executado de acordo com a vontade de Deus.

Outra passagem relevante é em Colossenses 1:16-17, onde Paulo escreve: "Pois nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos ou soberanias, poderes ou autoridades; todas as coisas foram criadas por ele e para ele. Ele é antes de todas as coisas, e nele tudo subsiste." Isso sugere que Deus é o criador e sustentador de tudo o que existe, incluindo os céus e a terra.

Assim, Gênesis 1:8 é um momento importante na criação, quando Deus concluiu o segundo dia e chamou o firmamento de "Céus". Isso destaca a ordem e a estrutura da criação de Deus, e a palavra "Céus" é usada em toda a Bíblia para se referir ao espaço celestial e ao universo como um todo.

O terceiro dia

9 E disse Deus: Juntem-se as águas que estão debaixo dos céus em um lugar, e descubra-se a porção seca; e foi assim.

Este versículo marca o terceiro dia da criação, no qual Deus cria a porção seca da terra. Ele começa com Deus dando uma ordem para que as águas que estavam sob o céu se reunissem em um lugar específico, para que a porção seca pudesse aparecer. Este comando demonstra a autoridade de Deus sobre a criação e a obediência da natureza às suas ordens.

Em seguida, vemos que Deus fez com que a porção seca aparecesse. Isso sugere que Deus é capaz de trazer à existência coisas que antes não existiam, demonstrando seu poder e criatividade. A terra seca foi separada das águas, permitindo a formação de continentes, ilhas e oceanos.

O versículo 10 continua a narrativa, dizendo: "E chamou Deus à porção seca Terra; e ao ajuntamento das águas chamou Mares. E viu Deus que era bom." Essa declaração enfatiza que tudo o que Deus criou era bom e que Ele tinha um propósito para cada aspecto da criação.

Em outras passagens da Bíblia, como em Salmos 104:5-9, também é possível observar a importância da criação da terra seca e das águas: "Lançaste os fundamentos da terra, para que ela não se abale em tempo algum. Com a fonte do abismo a vestiste como vestido; sobre os montes se mantêm as águas. À tua repreensão fugiram, à voz do teu trovão se apressaram; sobem aos montes, descem aos vales, até ao lugar que para elas fundaste. Limite lhes traçaste, que não ultrapassarão, para que não tornem mais a cobrir a terra."

Assim, Gênesis 1:9 é um versículo importante na criação, no qual Deus cria a porção seca da terra, separando-a das águas e estabelecendo as bases para a formação de continentes e oceanos. Isso enfatiza o poder e a autoridade de Deus sobre a criação e a importância da ordem e propósito em sua obra.

10 E chamou Deus à porção seca Terra, e à reunião das águas chamou Mares; e viu Deus que era bom.

 Neste versículo, Deus conclui a criação da porção seca da terra e das águas, e as nomeia como "Terra" e "Mares", respectivamente. A escolha dos nomes é significativa, pois indica a função de cada um deles na criação de Deus. A Terra é o lugar onde a vida se desenvolverá e as plantas crescerão, enquanto os Mares fornecem um habitat para criaturas marinhas e regula o clima do planeta.

Além disso, a declaração "E viu Deus que era bom" ressalta a bondade da criação de Deus, mostrando que tudo o que ele criou era perfeito e adequado para o seu propósito. Esta frase é repetida várias vezes durante a narrativa da criação em Gênesis 1, enfatizando que Deus criou todas as coisas de maneira ordenada e com um propósito específico.

Outras passagens da Bíblia também destacam a importância da criação da terra e das águas. Por exemplo, Salmos 104:24-25 diz: "Ó Senhor, quão variadas são as tuas obras! Todas as coisas fizeste com sabedoria; cheia está a terra das tuas riquezas. Eis aí o vasto e espaçoso mar, nele há seres inumeráveis, seres pequenos e grandes."

Em resumo, Gênesis 1:10 é um versículo importante na criação, no qual Deus nomeia a porção seca da terra como "Terra" e o ajuntamento das águas como "Mares", enfatizando a importância de cada um deles em sua obra. Além disso, a declaração "E viu Deus que era bom" destaca a bondade da criação de Deus e sua perfeição.

11 E disse Deus: Produza a terra erva verde, erva que dê semente; árvore de fruto que dê fruto segundo a sua espécie, que sua semente esteja nela, sobre a terra: e foi assim.

Neste versículo, Deus cria as plantas terrestres, ordenando que a terra produza relva, ervas que dêem sementes e árvores frutíferas que produzam frutos de acordo com sua espécie. Deus estabelece a lei da reprodução das plantas, onde cada uma deve gerar outras semelhantes a si mesma.

Esse versículo mostra a sabedoria e o poder criador de Deus. Ele é capaz de criar uma variedade de plantas com características distintas e especificas para cada uma delas, e cada uma delas tem um papel importante na sustentação da vida na terra. A partir deste versículo, começa a existência de vegetação na Terra, o que é fundamental para a cadeia alimentar e para a produção de oxigênio.

Outras passagens da Bíblia também mencionam a importância das plantas na vida humana. Por exemplo, Salmos 104:14-15 diz: "Faze crescer a erva para o gado, e as plantas que o homem cultiva, para da terra tirar o seu sustento, o vinho que alegra o coração do homem, o azeite que lhe dá brilho ao rosto, e o pão que sustenta o seu vigor".

Em resumo, Gênesis 1:11 é um versículo importante que descreve a criação das plantas terrestres e destaca a sabedoria e o poder criador de Deus. A partir deste versículo, começa a existência da vegetação na Terra, o que é fundamental para a sustentação da vida.

12 E produziu a terra erva verde, erva que dá semente segundo sua natureza, e árvore que dá fruto, cuja semente está nele, segundo a sua espécie; e viu Deus que era bom.

Este versículo continua a narrativa da criação das plantas na Terra. Aqui, é descrito como a terra produziu relva, ervas e árvores que davam frutos, todos de acordo com sua espécie. É importante notar que a repetição da frase "segundo a sua espécie" mostra como Deus criou cada planta com sua própria identidade e função única na natureza.

O texto também enfatiza que Deus considerou sua criação boa, demonstrando sua satisfação com a obra realizada. A partir deste versículo, a vegetação na Terra começa a se desenvolver e crescer, cumprindo sua função de sustentar a vida na Terra.

Este versículo nos lembra da importância da diversidade na natureza e da harmonia em toda a criação. Todas as plantas, desde a menor erva até a maior árvore, têm um papel crucial na manutenção do equilíbrio ecológico. Além disso, mostra como Deus tem um cuidado especial por sua criação, e que tudo o que Ele faz é bom e perfeito.

Em resumo, Gênesis 1:12 é um versículo importante que descreve a continuação da criação das plantas terrestres e destaca a importância da diversidade na natureza. Também nos lembra da sabedoria e do cuidado de Deus por sua criação e nos ensina a valorizar e cuidar do meio ambiente.

13 E foi a tarde e a manhã, o dia terceiro.

Este versículo conclui a narrativa do terceiro dia da criação, resumindo que passou uma tarde e uma manhã. É um versículo simples, mas importante, pois indica a conclusão da etapa de criação da vegetação na Terra.

O fato de Deus ter criado a vegetação e plantas no terceiro dia é significativo, pois fornece a base para a criação de outras formas de vida na Terra, incluindo os animais e o próprio ser humano. Além disso, o ciclo de luz e escuridão, representado pela tarde e a manhã, continua a ser uma parte fundamental da criação de Deus.

Este versículo nos ensina a valorizar o tempo e as etapas da criação. Cada fase é importante e deve ser apreciada como um presente de Deus. Também nos ensina a importância do ritmo da vida, onde a luz e a escuridão se alternam, e cada novo dia é uma oportunidade para continuar a obra de Deus na Terra.

Em resumo, Gênesis 1:13 é um versículo simples, mas significativo, que conclui a narrativa do terceiro dia da criação, indicando a importância da base da vida na Terra. Ele nos ensina a valorizar cada etapa da criação e a importância do ritmo da vida, representado pelo ciclo de luz e escuridão.

O quarto dia

14 E disse Deus: Haja luminares na expansão dos céus para separar o dia e a noite: e sejam por sinais, e para as estações, e para dias e anos;

Este versículo marca o quarto dia da criação, onde Deus cria o sol, a lua e as estrelas, que servirão para iluminar a Terra e marcar o tempo. É importante notar que Deus não cria esses corpos celestes para que sejam adorados como deuses, mas sim como instrumentos de sua criação.

Os luminares são criados para servir a um propósito específico: fazer separação entre o dia e a noite, e marcar as estações, dias e anos. Eles são instrumentos nas mãos de Deus para ajudar na organização do tempo e da vida na Terra.

Além disso, o fato de Deus ter criado os luminares também nos mostra a sua soberania sobre a criação e sua capacidade de governar sobre ela. Deus criou o sol, a lua e as estrelas, e Ele tem o poder de controlá-los e usá-los para cumprir seus propósitos.

Em resumo, Gênesis 1:14 é um versículo importante que marca a criação dos luminares no quarto dia. Eles são instrumentos nas mãos de Deus para marcar o tempo e a vida na Terra, e nos mostram a sua soberania sobre a criação.

15 E sejam por luminares na expansão dos céus para iluminar sobre a terra: e foi.

Este versículo segue a criação dos luminares no quarto dia e enfatiza a sua função de iluminar a Terra. Deus criou o sol para iluminar o dia e a lua e as estrelas para iluminar a noite. Eles foram colocados no firmamento dos céus para que possam iluminar a Terra e torná-la habitável.

É interessante notar que, embora o sol seja a fonte primária de luz e calor na Terra, a lua também tem um papel importante na iluminação noturna. Sem a luz refletida da lua, a noite seria muito mais escura e difícil de navegar. A criação dos luminares é um testemunho da sabedoria e do cuidado de Deus para com a sua criação.

Além disso, o fato de Deus ter criado os luminares também nos mostra a sua grandeza e poder. Ele criou esses corpos celestes do nada e os colocou no lugar perfeito para iluminar a Terra. Ele é o criador e governante do universo e tem o poder para sustentar tudo o que Ele criou.

Em resumo, Gênesis 1:15 destaca a função dos luminares de iluminar a Terra e torná-la habitável. A criação dos luminares é um testemunho da sabedoria e cuidado de Deus, e nos mostra a sua grandeza e poder como criador e governante do universo.

16 E fez Deus os dois grandes luminares; o luminar maior para que exerça domínio no dia, e o luminar menor para que exerça domínio na noite; fez também as estrelas.

Neste versículo, é destacada a criação dos dois grandes luminares, o sol e a lua, bem como as estrelas. Deus criou o sol como o luminar maior para governar o dia e a lua como o luminar menor para governar a noite. Cada um desempenha um papel importante na regulação dos ciclos naturais da Terra.

É interessante notar que a Bíblia não descreve a criação dos luminares como uma mera formação acidental. Em vez disso, enfatiza o propósito divino para a sua existência e uso. Eles foram criados para governar o dia e a noite e para servir como sinais para a passagem do tempo.

Além disso, a criação das estrelas também é mencionada neste versículo. Deus criou as estrelas, que são objetos celestes de grande beleza e mistério. A Bíblia frequentemente se refere às estrelas como um testemunho da grandeza e do poder de Deus.

Em resumo, Gênesis 1:16 destaca a criação dos luminares, o sol e a lua, e das estrelas. Eles foram criados com um propósito divino para governar o dia e a noite e para servir como sinais para a passagem do tempo. A criação dos luminares e das estrelas é um testemunho da grandeza e do poder de Deus.

17 E as pôs Deus na expansão dos céus, para iluminar sobre a terra,

Neste versículo, é destacado que Deus colocou o sol, a lua e as estrelas na expansão dos céus para iluminar a Terra. Isso enfatiza a ordem e a sabedoria de Deus na criação do universo, incluindo a colocação cuidadosa dos luminares no lugar certo para desempenhar suas funções.

Além disso, este versículo destaca que a iluminação dos luminares é essencial para a vida na Terra. Sem o sol, a Terra seria fria e escura, e sem a lua, os ciclos naturais da Terra seriam afetados. A luz das estrelas também é importante para a navegação e para a compreensão do cosmos.

Em resumo, Gênesis 1:17 destaca que Deus colocou o sol, a lua e as estrelas na expansão dos céus para iluminar a Terra. Isso destaca a ordem e a sabedoria de Deus na criação do universo e enfatiza a importância da luz dos luminares para a vida na Terra.

18 E para exercer domínio no dia e na noite, e para separar a luz e as trevas: e viu Deus que era bom.

Neste versículo, é enfatizado que o propósito dos luminares colocados na expansão dos céus é presidir o dia e a noite, além de separar a luz das trevas. Deus viu que essa ordem era boa, o que mostra a perfeição do plano divino.

Além disso, o uso da palavra "presidir" sugere que Deus concedeu autoridade aos luminares sobre a regulação do tempo e do clima na Terra, destacando ainda mais a soberania e o controle divino sobre todas as coisas.

Em resumo, Gênesis 1:18 destaca o propósito dos luminares na regulação do tempo e do clima na Terra e enfatiza a ordem e a perfeição do plano divino.

19 E foi a tarde e a manhã, o dia quarto.

Este versículo é uma conclusão ao relato da criação do quarto dia, que narra a criação do sol, da lua e das estrelas para iluminar a Terra e presidir o dia e a noite. O texto indica que a tarde e a manhã do dia quarto passaram, estabelecendo assim a continuidade do relato da criação.

A repetição da fórmula "foi a tarde e a manhã" ao final de cada dia de criação reforça a ideia de que cada dia é uma unidade completa, e a sequência dos dias é uma progressão ordenada de eventos. Afinal, Deus criou o mundo de maneira organizada, com um propósito e um plano.

Em resumo, Gênesis 1:19 conclui o relato da criação do quarto dia, enfatizando a continuidade do relato e reforçando a ideia da ordem e do propósito divino na criação do mundo.

O quinto dia

20 E disse Deus: Produzam as águas répteis de alma vivente, e aves que voem sobre a terra, na expansão aberta dos céus.

Neste versículo, Deus ordena que as águas produzam répteis e outros seres vivos aquáticos, enquanto as aves devem voar sobre a face da expansão dos céus. Este é o quinto dia da criação, no qual Deus dá vida às criaturas marinhas e às aves.

A palavra "alma vivente" refere-se à natureza viva desses seres criados por Deus. Esses seres são diferentes de todas as outras coisas criadas, pois possuem vida e alma. Isso mostra a preocupação de Deus com a diversidade e a complexidade da criação.

O texto também enfatiza a importância da água como fonte de vida, pois é onde os animais aquáticos são criados e habitam. Além disso, a criação das aves enfatiza a grandeza e a beleza da expansão dos céus, que é um reflexo da grandeza e da beleza de Deus.

Em resumo, Gênesis 1:20 enfatiza a criação das criaturas aquáticas e das aves, destacando a diversidade e a complexidade da criação, a importância da água como fonte de vida e a grandeza e a beleza da expansão dos céus.

21 E criou Deus as grandes criaturas marinhas, e toda coisa viva que anda arrastando, que as águas produziram segundo a sua espécie, e toda ave de asas segundo sua espécie: e viu Deus que era bom.

Neste versículo, Deus cria os grandes animais marinhos e outras criaturas aquáticas, bem como todos os seres que rastejam nas águas, de acordo com suas espécies. Deus também cria todas as aves, também de acordo com suas espécies.

A frase "viu Deus que isso era bom" é repetida pela terceira vez, enfatizando a satisfação de Deus com a sua obra. Isso destaca que cada criatura é valiosa e tem um papel importante no plano de Deus.

Esse texto nos lembra da complexidade e diversidade da criação. Desde os maiores animais marinhos até os menores seres que rastejam nas águas, cada um é criado por Deus de acordo com sua espécie e propósito. As aves também são criadas com grande variedade, refletindo a criatividade e a beleza de Deus.

Em resumo, Gênesis 1:21 destaca a criação dos grandes animais marinhos, outros seres aquáticos e das aves, enfatizando a complexidade e diversidade da criação e a satisfação de Deus com sua obra.

22 E Deus os abençoou dizendo: Frutificai e multiplicai, e enchei as águas nos mares, e as aves se multipliquem na terra.

Neste versículo, após criar os animais marinhos e as aves, Deus os abençoa e lhes dá a ordem de se multiplicarem e encherem as águas e a terra com suas espécies.

A bênção de Deus mostra que Ele tem um plano específico para cada uma das criaturas que criou, e que Ele deseja que elas sejam frutíferas e se reproduzam, perpetuando assim suas espécies.

Essa ordem de Deus também nos lembra da responsabilidade que temos como seres humanos de cuidar e proteger a criação de Deus. Devemos ser bons administradores dos recursos naturais que Deus nos deu, para que possamos preservar a diversidade da vida em nosso planeta.

Em resumo, Gênesis 1:22 destaca a bênção de Deus sobre os animais marinhos e as aves, a ordem para se multiplicarem e encherem a terra, e a responsabilidade que temos de cuidar da criação de Deus.

23 E foi a tarde e a manhã, o dia quinto.

Este versículo é a conclusão do quinto dia da criação, após Deus ter criado os animais marinhos e as aves no quarto dia. Ele enfatiza que o tempo criado por Deus é ordenado e que cada dia tem um começo e um fim.

A repetição da frase "E foi a tarde e a manhã" no final de cada dia da criação destaca a precisão e a perfeição do trabalho criativo de Deus. Ele criou tudo de forma ordenada e sistemática, e cada criação foi planejada de acordo com o seu propósito específico.

O quinto dia da criação nos lembra que todas as criaturas que Deus criou são valiosas e importantes, desde os animais marinhos até as aves, e que cada uma tem um papel único a desempenhar em nosso mundo. Também nos lembra da importância de valorizar e cuidar da diversidade da vida em nosso planeta.

Em resumo, Gênesis 1:23 destaca a conclusão do quinto dia da criação, a precisão do trabalho criativo de Deus e a importância de valorizar e cuidar da diversidade da vida em nosso planeta.

O sexto dia

24 E disse Deus: Produza a terra seres viventes segundo a sua espécie, animais e serpentes e animais da terra segundo sua espécie: e foi assim.

Neste versículo, Deus cria os animais terrestres, desde os animais domésticos até os selvagens, com a capacidade de se reproduzir de acordo com suas espécies. Novamente, é enfatizada a precisão da criação de Deus, pois cada animal foi criado de acordo com o seu propósito e com características únicas.

A criação dos animais terrestres destaca a importância da diversidade na criação de Deus e a necessidade de cuidar e preservar todas as formas de vida em nosso planeta. Além disso, o fato de Deus ter dado aos animais a capacidade de se reproduzirem indica a importância da continuidade da vida e da preservação das espécies.

Em resumo, Gênesis 1:24 destaca a criação dos animais terrestres, sua diversidade e importância, bem como a importância da preservação das espécies e da continuidade da vida.

25 E fez Deus animais da terra segundo a sua espécie, e gado segundo a sua espécie, e todo animal que anda arrastando sobre a terra segundo sua espécie: e viu Deus que era bom.

Neste versículo, é reforçado que Deus criou todos os animais, desde os selvagens até os domésticos, de acordo com sua espécie, mantendo a precisão e a perfeição da criação divina. Novamente, é enfatizado que Deus viu que sua criação era boa.

A criação dos animais terrestres foi uma das muitas formas pelas quais Deus manifestou sua sabedoria e poder na criação do mundo. Deus criou cada animal de acordo com sua espécie e propósito, com características únicas e específicas. Isso também destaca a importância da diversidade na criação de Deus e a necessidade de cuidar e preservar todas as formas de vida.

Em resumo, Gênesis 1:25 destaca a criação dos animais terrestres de acordo com sua espécie, a perfeição da criação divina e a importância da diversidade e preservação das espécies.

26 E disse Deus: Façamos ao ser humano à nossa imagem, conforme nossa semelhança; e domine os peixes do mar, e as aves dos céus, e os animais, e toda a terra, e todo animal que anda arrastando sobre a terra.

Este verso marca o momento em que Deus cria o ser humano à Sua imagem e semelhança, conferindo-lhe a capacidade de dominar e governar sobre a criação. Isso significa que a humanidade tem uma posição especial e responsabilidade única na Terra, de cuidar e proteger a natureza como administradores e zeladores da criação de Deus.

Esse texto é muitas vezes citado para enfatizar a dignidade e o valor da vida humana, já que somos criados à imagem de Deus. Também é importante lembrar que essa imagem e semelhança se manifestam em nossas capacidades intelectuais, emocionais e espirituais, e que nosso papel como governantes responsáveis envolve cuidar da criação de Deus, em vez de explorá-la sem limites.

27 E criou Deus o ser humano à sua imagem, à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou.

Essa passagem bíblica se refere ao sexto dia da criação, quando Deus criou a humanidade à sua imagem e semelhança.

A expressão "imagem de Deus" é mencionada duas vezes nesta passagem, indicando que Deus projetou o ser humano de uma forma única e especial, dotando-o de capacidades e características que o distinguem de todos os outros seres criados.

Essa ideia é reforçada em outros versículos da Bíblia, como em Eclesiastes 7:29, que diz: "Eis o que tão-somente achei: que Deus fez o homem reto, mas ele buscou muitas astúcias". Aqui, o autor afirma que Deus criou o homem com integridade e retidão, mas que este se corrompeu por seus próprios caminhos.

Além disso, Efésios 4:24 e Colossenses 3:10 afirmam que os cristãos devem se revestir da nova natureza, que é criada segundo Deus, em justiça e santidade. Isso sugere que, embora o ser humano tenha caído em pecado, a imagem de Deus ainda pode ser vista nele e que é possível se aproximar novamente dessa imagem através da fé e da transformação interior.

Por fim, I Coríntios 11:7 também faz referência à imagem e glória de Deus no homem, afirmando que o homem é a imagem e glória de Deus, enquanto a mulher é a glória do homem. Isso não significa que a mulher seja inferior ao homem, mas sim que ambos foram criados com dignidade e valor diante de Deus.

Em resumo, Gênesis 1:27 é uma passagem importante da Bíblia que afirma a criação do homem e da mulher à imagem de Deus. Isso sugere que cada ser humano possui uma dignidade e valor inerentes, mesmo que tenha se desviado do plano original de Deus. A imagem de Deus no homem também é um tema presente em outras passagens bíblicas, que reforçam a importância de buscar a transformação interior através da fé e da busca por uma vida justa e santificada.

28 E Deus os abençoou; e disse-lhes Deus: Frutificai e multiplicai, e enchei a terra, e subjugai-a, e dominai os peixes do mar, as aves dos céus, e todos os animais que se movem sobre a terra.

Neste versículo, Deus abençoa Adão e Eva e lhes dá a responsabilidade de procriar e povoar a terra. Também lhes dá autoridade sobre os animais da terra, do mar e do ar. Esta autoridade não é um direito arbitrário, mas um mandato divino para governar com sabedoria e responsabilidade.

O mandamento de "encher a terra" e "sujeitá-la" mostra que a terra foi criada para ser habitada e desenvolvida pelos seres humanos, e que Deus espera que usemos os recursos naturais de maneira responsável e sustentável. Isso nos desafia a cuidar do meio ambiente e a preservar a biodiversidade, enquanto exercemos nosso domínio sobre a criação com sabedoria e respeito.

Além disso, este versículo enfatiza que a bênção e a responsabilidade de sermos "fecundos" e "multiplicarmo-nos" não são apenas físicas, mas também espirituais. Devemos crescer e nos desenvolver não apenas em número, mas também em sabedoria e caráter, para que possamos cumprir o propósito divino de sermos mordomos fiéis da terra e da vida que Deus nos concedeu.

Essa ideia é reforçada em outras passagens bíblicas, como Salmo 8:5-8 e Hebreus 2:6-8, que mostram que a criação humana foi colocada um pouco abaixo dos anjos, mas ainda assim foi investida com uma grande responsabilidade de governar sobre a criação de Deus.

29 E disse Deus: Eis que vos dei toda erva que dá semente, que está sobre a face de toda a terra; e toda árvore em que há fruto de árvore que dá semente, vos será para comer.

Este verso mostra que Deus tinha um plano cuidadoso para a alimentação de suas criaturas. Ele providenciou uma grande variedade de plantas e árvores que dariam frutos e sementes para que o homem e os animais pudessem se alimentar. Isso mostra o cuidado amoroso de Deus pela criação e sua provisão generosa para as necessidades de suas criaturas.

As referências bíblicas que se aplicam a este verso incluem:

  • Salmo 104:14-15, que fala sobre como Deus faz crescer a erva para o gado e as plantas para o homem, para que ele possa tirar alimento da terra;
  • Mateus 6:26, onde Jesus fala sobre como Deus cuida das aves do céu e as alimenta, e afirma que o homem é mais valioso do que elas;
  • Atos 14:17, onde Paulo e Barnabé afirmam que Deus não deixou de si mesmo testemunho, fazendo o bem, dando-nos chuvas do céu e estações frutíferas, enchendo de mantimento e de alegria os nossos corações.

Essas referências mostram que Deus não apenas cuida da alimentação física de suas criaturas, mas também se preocupa com seu bem-estar emocional e espiritual. Ele nos fornece tudo o que precisamos para viver e nos lembra de confiar nele em todas as coisas.

30 E a todo animal da terra, e a todas as aves dos céus, e a tudo o que se move sobre a terra, em que há vida, toda erva verde lhes será para comer: e foi assim.

Esse versículo nos mostra que Deus providenciou alimento para todas as criaturas que Ele criou, desde as aves do céu até os animais terrestres. Ele deu toda a erva verde por mantimento, mostrando a bondade e o cuidado de Deus por Suas criaturas.

Esse versículo também nos ensina sobre a importância da preservação do meio ambiente e da biodiversidade, pois Deus criou todas as criaturas e lhes deu o alimento necessário para sobreviver. Devemos ser responsáveis e cuidar do meio ambiente para que todas as criaturas possam continuar a ser alimentadas e viver em harmonia na Terra.

Podemos ver outros versículos relacionados à providência de Deus para as criaturas da Terra, como Salmos 104:14: "Faz crescer a erva para o gado, e a verdura para o serviço do homem, para fazer sair da terra o pão." Também é mencionado em Mateus 6:26: "Olhai para as aves do céu, que não semeiam, nem segam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais valor do que elas?" Esses versículos nos mostram que Deus cuida de todas as Suas criaturas e provê o alimento necessário para que elas possam sobreviver.

31 E viu Deus tudo o que havia feito, e eis que era bom em grande maneira. E foi a tarde e a manhã, o dia sexto.

Essa avaliação de Deus sobre sua criação ressalta a perfeição e harmonia de tudo o que Ele criou. Isso também enfatiza a santidade e a bondade do Criador, que é visto como alguém que criou tudo com um propósito específico e de maneira perfeita. Além disso, essa avaliação nos mostra que Deus valoriza sua criação, incluindo toda a vida na Terra.

Essa passagem também nos convida a refletir sobre a nossa responsabilidade como seres humanos de cuidar da criação de Deus e preservar a vida em todas as suas formas. É importante reconhecer que o mundo em que vivemos não é apenas um recurso para ser usado e explorado, mas sim um dom precioso e sagrado que deve ser protegido e cuidado.

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